Fique por Dentro

A ICOMUNI Comunicação e Mídias Sociais pesquisou alguns materiais interessantes para que você Fique por Dentro das novidades da WEB 2.0 Confira!

Google Reader ganha funções de redes sociais como Facebook e Twitter

google reader
Agregador de conteúdos do Google permite que usuários compartilhem opiniões sobre artigos, fontes de informação e sigam outros internautas
O Google Reader, agregador de conteúdos em RSS, ganhou novas funções no estilo de redes sociais como Facebook e Twitter.

Agora, ao ler um artigo que considera interessante, o usuário pode marcá-lo adicionando um ícone sorridente ao lado do título. A seleção pode ser vista por outras pessoas que compartilham o mesmo conteúdo no Google Reader – elas podem clicar no ícone para saber mais sobre o internauta que gostou do artigo.

O Reader também ganhou uma busca que dá acesso a diversos perfis no Google, o que é uma forma prática de encontrar pessoas que usam o serviço e descobrir novas fontes de conteúdo, e funções no estilo do microblog Twitter – é possível ‘seguir’ uma pessoa no Google Reader, desde que ela permita, e visualizar seus itens compartilhados no agregador.

Participação do Twitter no Brasil atinge 15% em junho, informa Ibope

Twitter Brasil

Penetração do microblog entre internautas brasileiros em junho é maior que a dos Estados Unidos e do Reino Unido, informa Ibope Nielsen Online.

O Brasil assumiu a liderança em penetração do Twitter. No mês de junho, cerca de 5 milhões de usuários de internet – ou 15% dos cerca de 34 milhões de brasileiros que acessaram a internet – visitaram o serviço de microblog, aponta a empresa de medição de audiência de internet Ibope Nielsen Online. O aumento foi de 71% em relação ao número de visitas de brasileiros no Twitter em maio.

Com os números, o Brasil fica à frente dos Estados Unidos, onde o Twitter é usado por 11% dos internautas, e Reino Unido, onde a penetração é de 9%.

Segundo o analista de internet do Ibope Nielsen Online, José Calazans, os brasileiros também são os internautas que passam mais tempo no Twitter. A média de permanência é de 36 minutos por mês navegando pelas páginas do serviço. Os usuários brasileiros, em média, visitam o Twitter sete vezes por mês – o que significa a permanência média de 5 minutos por visita.

Nos EUA, a média de tempo gasta no Twitter em junho foi de 31 minutos por usuário e no Reino Unido de 25 minutos.

“No Brasil, as grandes movimentações, como problemas nas eleições do Irã ou a morte do ídolo pop Michael Jackson ainda estão trazendo o Twitter à tona no noticiário. Lá fora, o crescimento já tem sido menor porque o Twitter já está deixando de ser notícia”, disse Calazans.

O analista afirma que é impossível prever qual será a reação do público brasileiro nos próximos meses. “É provável que haja uma estabilização no crescimento, como se tem visto na Austrália, Espanha, EUA. Mas o brasileiro é muito ligado a essas coisas e é capaz até de acontecer a mesma coisa que ocorreu com o Orkut, virar uma ferramenta praticamente nossa”, declarou Calazans.

O especialista, no entanto, afirmou que ainda não há qualquer indício demonstrando que a “febre” do Twitter no Brasil vai se manter após a redução do número de aparições do serviço na mídia.

Em maio, o  Twitter foi acessado por 3,7 milhões de brasileiros, uma penetração de 10,7%, incluindo usuários de internet domésticos e corporativos.

A medição do Ibope Nielsen Online registra quem acessou o serviço, seja ele usuário ou não, e não contempla inscritos que usam softwares no desktop para publicar posts no microblog.

O sucesso das redes sociais

Mas de 1 bilhão de pessoas acessam diariamente sites de redes sociais e blogs

 rede-social

Não faz muito tempo, entrava-se na internet para navegar. Agora, não: estar fora de uma rede social é quase como estar off-line. Orkut, Facebook, MySpace, etc – e agora o Twitter – vêm mostrando sua força a cada ano que passa. Segundo pesquisa da Nielsen, pelo menos dois terços dos internautas no mundo (em números, um bilhão de pessoas) costumam visitar redes como essas e blogs, e o tempo gasto nelas equivale a 10% de todo o tempo passado na web.

Os dados levam à constatação de que o comportamento on-line mudou significativamente. Só nos EUA, diz um estudo da Pew, 11% dos adultos on-line, especialmente os mais jovens, usam o Twitter para dar updates do que estão fazendo todos os dias. A Nielsen diz que o aumento de usuários entre maio de 2008 e maio deste ano entre os twitteiros foi de 1.448%. O que espanta é como essa gente toda consegue tempo para gerenciar tantos perfis espalhados.

Twitter será classificado como verbo e substantivo no dicionário Collins

Edição comemorativa explicará serviço como ‘site onde as pessoas publicam mensagens curtas sobre suas atividades diárias’.

Twitter Collins

O microblog Twitter, que possui 1,8 milhão de usuários, entrará para a edição comemorativa de 30 anos do dicionário de inglês Collins, que será lançada no final do ano.

O jornal inglês Telegraph informou, nesta segunda-feira (6/7), que o Twitter aparecerá como substantivo e verbo. No caso do primeiro, a definição será “um site onde as pessoas publicam mensagens curtas sobre suas atividades diárias”. Como verbo, a descrição será “escrever mensagens curtas no Twitter”.

Outras duas palavras serão criadas: Twitterati, em referência aos usuários do serviço, e Twitterverse, que define o universo do site e seus usuários.

Há vida literária na web, dizem escritores

O fenômeno da produção postada na web esteve presente nas rodas de escritores e leitores da 7ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip).

Literatura OnLine

As casas editoriais estão de olho na produção literária postada na internet, alerta a professora Beatriz Resende, doutora em literatura comparada. Já o escritor pernambucano Marcelino Freire faz uma veemente defesa do uso das novas tecnologias, como a rede social Twitter, para aproximar os jovens da literatura.

O fenômeno da produção postada na web esteve presente nas rodas de escritores e leitores da 7ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip). Até Chico Buarque, na mesa Sequências Brasileiras, que agitou a festa na noite de sexta-feira (3), confessou que recorre ao Google nas suas pesquisas.

Autora de livros sobre crítica cultural, Beatriz Resende considera a grande novidade do universo literário o uso da internet para divulgar as obras de escritores que estão dando os primeiros passos. “A novidade é essa nova vida literária, essa circulação de autores, o interesse das editoras por uma literatura que é postada, colocada na web”, afirmou Beatriz, convidada para mediar a mesa O Avesso do Realismo, palco do encontro entre o afegão Atiq Rahimi e o brasileiro Bernardo Carvalho ontem (3).

Ela cita como exemplo emblemático desse novo fenômeno o caso da jovem Ana Paula Maia, autora de três romances, entre eles A Guerra dos Bastardos. “Ela publicou o primeiro romance, que teve boa recepção, mas não conseguiu editora para o segundo romance. Escreveu o terceiro e nada. Aí, decidiu colocar na web, em capítulos. E a coisa funcionou, começou a chamar a atenção. Pouco depois, Ana Paula publicou os dois romances, acrescidos de uma novela genial. É um exemplo de como usar essas novas mídias a seu favor.”

A professora acrescentou que os recursos oferecidos pela internet estão nas aulas de crítica teatral em uma universidade do Rio de Janeiro. “Fizemos um blog com a produção dos alunos. Foi engraçado, porque, logo no início, houve uma certa resistência. Não era, evidentemente, um problema com a tecnologia. Era um problema com se mostrar, se revelar. Se você coloca na internet, no dia seguinte pode estar no Google, no mundo. No fim do semestre, imprimi toda a produção do blog e levei para a turma. Foi uma surpresa muito interessante ver que a produção também se sustentava em papel”, afirmou.

O blog é um dos instrumentos de trabalho do escritor Marcelino Freire, autor de Balé Ralé e Angu de Sangue. E, por meio do Twitter, adotado recentemente, quer postar 1.001 “contos nanicos”. “Acho o Twitter uma mania de perseguição, uma coisa esquizofrênica. Você está me seguindo, eu estou te seguindo. Mas quem está te seguindo, você não conhece, nunca viu na vida. Isso é uma neurose. Mas o que vou fazer com isso? Literatura. Onde ela, literatura, puder estar, seja no celular, no Twitter, acho ótimo”, diverte-se.

A publicação de pequenos textos literários é frequente na vida de Freire. Em 2004, inspirado na antologia Os Cem Melhores Contos Brasileiros do Século, de Ítalo Moriconi, o pernambucano publicou o livro Os Cem Menores Contos Brasileiros do Século. Para isso, convidou 100 autores, como Dalton Trevisan, Millôr Fernandes, Lygia Fagundes Telles, que escreveram contos com até 50 letras.

Para Marcelino Freire, as novas mídias podem levar grandes nomes da literatura às crianças. “Machado de Assis poderia estar no Twitter. De que forma? Dom Casmurro, que tem capítulos curtíssimos. Mas tem que mostrar que literatura é vida. Vou falar de Machado de Assis, do Rio de Janeiro daquela época, mas vou trazer também um autor contemporâneo para ‘conversar’ com Machado sobre neuroses e angústias. E literatura precisa ser divertida. Não pode ser aquela chatice reinante”, advertiu, com a língua sempre afiada.

“Falam que a internet tem muito lixo. Tem, porque nós produzimos lixo. É um espelho do que nós somos. Vamos fazer com que essa ferramenta seja poderosa na transformação das pessoas”, defendeu.

Para a professora Beatriz Resende, não há, por parte do jovem, uma espécie de “recusa da literatura”. O que há, segundo ela, é uma “simultaneidade de ações”, o que traz uma nova percepção da literatura pela juventude.

“Ler um romance implica recolhimento. Meu apego ao livro vem de uma infância solitária, de um início de juventude solitário. Então, o livro era meu grande companheiro. Isso não acontece mais. O jovem não fica mais solitário. Ele pode estar sozinho, trancado no quarto, mas está navegando na web. Mas sou uma otimista. Haverá uma nova percepção da literatura por parte dos jovens”, prevê.

 

Jockipedia reúne, ao estilo Wikipedia, páginas com links sobre atletas

Proposta da enciclopédia esportiva é oferecer links oficiais para blogs, perfis no Twitter e rede sociais de atletas do mundo todo.

Jockispedia

Esta semana, os fãs de atletas ganharam uma nova fonte de informações para encontrar seus ídolos online, a Jockipedia. A enciclopédia esportiva aponta os links oficiais das páginas de astros dos esportes.

A Jockipedia promete apontar os sites verdadeiros – como perfil no Twitter, blog e páginas em redes sociais como Facebook e MySpace. Além disso, o site ainda mostra links para canais de vídeo e galerias de fotos oficiais, além do site pessoal do atleta.

O serviço se compara à Wikipedia pela sua proposta colaborativa, já que permite a qualquer internauta a criação de páginas sobre um atleta. Os usuários – ou o próprio jogador referenciado – podem também editar informações incorretas.

Na página do atleta, o usuário vê, à direita, um quadro com seu nome completo, qual esporte pratica e de qual time é. À esquerda fica uma foto e, no centro do espaço, os links para encontrar o esportista em qualquer serviço. Quem quiser pode ainda acompanhar os tweets da pessoa na mesma página da Jockipedia.

Seguidores do Ietec no Twitter concorem a bolsas para curso de pós-graduação

Promoção vai dar 20 bolsas em várias áreas do conhecimento

IETEC

twitter

 

 

 

Novos saltos na carreira. Com o intuito de oferecer ao profissional graduado uma formação diferenciada no mercado, o Ietec – Instituto de Educação Tecnológica – vai dar 20 bolsas de 50% em pós-graduações oferecidos pela instituição. Os cursos abrangem as áreas de administração, tecnologia de informação, produção, gestão, custos, logística, meio ambiente e vendas.

Para participar da promoção, basta preencher um cadastro e responder a cinco perguntas.  Ao indicar a promoção para um amigo, o participante ganha mais uma chance para concorrer. Seguindo o perfil do Ietec no Twitter – http://www.twitter.com/ietec -,  mais uma chance de ganhar as bolsas de pós-graduação.  Ao se inscrever o participante  ainda poderá escolher dois cursos gratuitos que o Ietec ministra para fazer. 

Confira as bolsas e as datas dos sorteios:

1º sorteio: Administração de Compras: 31 de Julho;

2º sorteio: Engenharia da Produção: 31 de Julho;

3º sorteio: Gestão e tecnologia da informação: 31 de julho;

4º sorteio: Gestão da logística: 7 de agosto;

5º sorteio: Engenharia Ambiental Integrada: 8 de Agosto

6º sorteio: Engenharia de Processos – 11 de agosto;

7º sorteio: Gestão de custos: 14 de agosto;

8º sorteio: Engenharia da produção mineral: 18 de agosto;

9º sorteio: Engenharia de vendas: 18 de agosto;

10º sorteio: Gestão de Projetos (turma 87ª): 19 de agosto

 A promoção vai de 1º de  a 31 de julho e  só é válida para quem tem curso superior completo. Os vencedores serão divulgados a partir do dia 31 de julho.

Sobre o Ietec

Instituição com mais de 21 anos de atuação na área da educação, o Ietec tem como missão promover o desenvolvimento do homem através da educação tecnológica continuada, possibilitando a melhoria da gestão nas organizações.

Ao oferecer cursos com metodologia que possibilita aplicabilidade imediata, o Ietec alia tradição e modernidade, teoria e prática.  O resultado é uma aprendizagem efetiva que possibilita a aplicação imediata dos conhecimentos adquiridos na sala de aula no dia a dia dos profissionais e das empresas. Os cursos do Ietec acompanham a dinâmica do mundo corporativo e oferecem o aperfeiçoamento e a especialização que este novo profissional necessita, especialista em múltiplas áreas, capaz de agregar valor nas empresas onde atuam.

Para isso, o Ietec oferece cursos de MBA especialização/executivo, pós-graduação, cursos de curta duração, cursos gratuitos e cursos corporativos nas áreas de gestão de energia, gestão de projetos, gestão de serviços, gestão e tecnologia da informação, gestão e tecnologia industrial, inovação e criatividade, manutenção, meio ambiente, mineração, qualidade, responsabilidade social e telecomunicações.

 

Rede social Facebook supera 1 milhão de usuários no Brasil

Número de usuários da rede social no Brasil e na Índia, onde o Orkut é líder, dobrou em 60 dias, afirma site Facebook Insider

Facebook

A rede social Facebook superou a marca de 1 milhão de usuários no Brasil, nesta quarta-feira (1/7), mas ainda está longe de desafiar a liderança do Orkut, rede social do Google, que conta com 20 milhões de usuários no País, destacou o blog independente Inside Facebook, que trata de assuntos ligados ao Facebook e sua plataforma para desenvolvedores e profissionais de marketing.

Os dados apresentados pelo blog, com base em ferramentas de publicidade do Facebook, mostram uma aceleração no crescimento do número de usuários do Facebook, no Brasil e na Índia – países onde o acesso ao Orkut prevalece – nos últimos 60 dias (em maio e junho). “Somente em maio, o Facebook quase dobrou o número de usuários no Brasil” observa o Facebook Insider.

Outra curiosidade destacada pelo site é que o salto do número de usuários do Facebook no Brasil também ocorreu na Índia, no mesmo período. Hoje, a Índia é o segundo maior usuário do Orkut, com 13 milhões de internautas cadastrados na rede de relacionamento do Google, mas supera o Brasil no volume de usuários do Facebook, que dobrou de 1,6 milhão de pessoas em maio para 3,2 milhões no final de junho deste ano.

Em maio, o Facebook superou a rede social MySpace nos Estados Unidos, com 70,27 milhões de usuários (contra 70,23 milhões do então líder, MySpace) segundo a consultoria comScore. Atualmente, o Facebook soma 230 milhões de usuários no mundo.

Rede social oferece relacionamento de pessoas com marcas favoritas

Redes Sociais

Sabe aquela história de que quando alguém compra um carro de determinado fabricante, não muda nunca mais? Ou é tão fã de Apple que quer ler qualquer notícia sobre a empresa de Steve Jobs? Compra roupa sempre da mesma grife e não abre mão de determinado perfume?

Foi pensando nesse relacionamento quase afetivo que temos com determinadas marcas que um grupo de executivos de Joinville (RS) criou a Drimio, uma rede social entre pessoas e marcas.

Ao se cadastrar, o usuário já pode se vincular a mais de 50 mil marcas que estão disponíveis na rede. Por exemplo, nesta quarta-feira (1/7), as marcas mais movimentadas eram Apple, Google, Coca-Cola, Twitter, Adidas, Nokia, Nike, Firefox, e a cidade de Joinville – além das marcas consideradas “comerciais”, o Drimio considera como marcas universidades, times de futebol, bandas e todas as cidades brasileiras.

Diferente de outras redes sociais onde as empresas oferecem conteúdo para alimentar o “perfil” da marca, no Drimio são os próprios usuários quem enviam notícias interessantes, links relacionados à marca, postam vídeos, imagens e recomendam blogs.

É possível, inclusive, entrar no perfil de um outro usuário e verificar qual é o grau de afinidade entre vocês. O próprio site faz o cálculo da porcentagem, baseado em quantas marcas ambos os perfis têm vinculados em comum.

“Nosso objetivo é fazer com que o Drimio vire um hub das marcas, ou seja, um lugar que centralize todo o conteúdo sobre elas que está espalhado por aí”, declarou o idealizador da rede social, Salomão Casas. “Entre as informações centralizadas podem estar notícias – é possível assinar os feeds para receber as notícias ria RSS -, links das comunidades daquela marca no Orkut ou o link do perfil oficial da marca no Twitter, por exemplo”, completou o executivo.

O modelo de negócios da rede social é baseado na oferta de serviços que as empresas podem contratar para se relacionar com os usuários vinculados às suas marcas. Um exemplo seriam pesquisas do tipo enquete, cobradas conforme a frequência que a empresa quiser realizar.

Outra opção de serviços a empresas, explica Casas, seria a possibilidade de a marca possuir um representante oficial na rede social. Ele não seria um moderador, pois são os próprios usuários quem oferecem os conteúdos e têm o direito de denunciar algum material impróprio. “Mas o representante pode interagir com os demais usuários, de forma que todos na rede saibam que aquela pessoa é uma representante da empresa e que o conteúdo postado por ele é oficial”, explicou.

O executivo aponta como principal vantagem de uma rede social na qual as pessoas se relacionam entre si em torno de suas marcas favoritas o fato de oferecer um perfil do comportamento dos consumidores. “Hoje não dá mais para ficar apenas no perfil demográfico. Não basta saber que meu consumidor tem 30 anos e é da classe média”, afirmou Casas. “Se ele segue uma marca como a Timberland, por exemplo, já sei que o usuário gosta de esportes, aventura, e eu posso relacionar isso com as demais preferências dele”, concluiu.

Homens são mais seguidos no Twitter do que mulheres nos EUA, diz Harvard

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Mulheres têm menos seguidores do que  homens no Twitter. A conclusão é de uma pesquisa realizada na Universidade de Harvard que tentou descobrir se os usuários o serviço de microblog nos EUA consideravam o site um meio de comunicação entre amigos, uma forma de se expressar ou simplesmente uma ferramenta de marketing.

Dos mais de 300 mil perfis consultados em maio, 80% seguem ou são seguidos por um amigo pessoal, o que confirma a ideia de meio de comunicação entre amigos. Para comparação, em outras redes sociais, essa porcentagem fica em torno de 60% a 65%.

No geral, os homens possuem 15% a mais de seguidores que os perfis de mulheres. Os usuários do sexo masculino também são mais “recíprocos” em seus relacionamentos, ou seja, seguem os perfis de quem o segue. Segundo os pesquisadores, isso pode demonstrar que as mulheres são mais seletivas para tornar seus relacionamentos recíprocos, especialmente considerando que, nos EUA, elas são maioria no Twitter: 55% do total de usuários, contra 45% homens.

Um dos dados mais interessantes é o que aborda “quem segue quem” no Twitter. A pesquisa descobriu que a probabilidade de um homem seguir outro homem é quase o dobro da probabilidade de seguir uma mulher. Além disso, em média, uma mulher é 25% mais provável de seguir um homem que uma mulher. Finalmente, a probabilidade de um homem ser seguido por outro homem é 40% maior do que a de ser seguido por uma mulher.

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Case NASA: Mídias sociais como ferramenta para a gestão do conhecimento

Mensagens em tempo real no Twitter sobre a sonda espacial Phoenix em Marte ou sobre as missões da Nasa são os grandes exemplos da rapidez e transparência das mídias sociais como ferramenta para a gestão do conhecimento. Para contar como incluiu definitivamente a Nasa nas redes sociais, Jeanne Holm, Arquiteta da Informação da agência, apresentou palestra em São Paulo, no dia 26 de maio, durante o Global Make Conference (GMC), evento de gestão do conhecimento.

Até pouco tempo atrás, muitos americanos achavam que o trabalho realizado pela Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos, se limitava às missões espaciais para outros planetas e o envio de satélites para fotografar Marte. Mudar esta percepção foi um dos principais desafios encontrados por Jeanne Holm. “Além de notícias de missões espaciais, precisávamos divulgar aos cidadãos os projetos voltados para a própria Terra, entre eles as pesquisas sobre o meio ambiente e desenvolvimento de tecnologias que em breve serão utilizadas no dia-a-dia das pessoas”, afirmou a profissional.

Para isso, há cerca de quatro anos, Jeanne Holm começou a utilizar as mídias sociais para compartilhar, arquivar e trocar informações com os americanos, além de desenvolver conteúdo que seja realmente relevante à população. Atualmente, a agência conta com mais de 32 perfis oficiais no Twitter, 23 comunidades no FaceBook, cinco perfis no MySpace, 12 canais no YouTube e quatro ilhas no mundo virtual Second Life. Para isso, a Nasa conta com um time de profissionais que trabalham na agência. Pelas contas de Jeanne, o acesso ao site da agência pode chegar a 350 milhões de pessoas por ano.

Participação 

Para incentivar a participação dos usuários, além dos fóruns, a agência criou perfil de seus astronautas e das missões em andamento, permitindo maior interação com o público a partir da facilidade de uso das redes sociais. “Por exemplo, no FaceBook temos o perfil de nossos principais astronautas em missão e que, além de tirar dúvidas, contam um pouco do que está acontecendo no espaço e se tornam amigos dos usuários. Já no Second Life organizamos eventos com astronautas em que as pessoas podem participar e conversar com os profissionais”, disse Jeanne.

De acordo com ela, a seleção das redes sociais em que a Nasa participa hoje é bastante criteriosa e leva em conta não só o número de participantes, mas também a busca por conhecimento e aprendizado, despertada em cada uma delas.

“Estamos presentes em redes sociais onde a população americana está e, principalmente, que tenha o propósito de aprendizado e troca de informações. Algumas redes sociais são muito “sociais” e a maioria dos participantes não está muito interessada em aprender. Tais comunidades não se encaixam no perfil das que a Nasa procura”, explicou.

Executivos querem saber o que funcionários fazem nas redes sociais

Cerca de 30% dos executivos afirmam que as redes sociais já fazem parte das estratégias de negócios e operações de suas companhias. O dado é do estudo Ethics & Workplace Survey, divulgado na última semana pela consultoria Deloitte.

A pesquisa mostrou que 60% dos executivos acreditam que têm o direito de saber como seus empregados e a própria empresa atuam nas redes sociais.

Já os funcionários discordam. Mais da metade – 53% – acha que seus perfis nas redes sociais não são “da conta” de seus chefes. Essa afirmação é especialmente forte entre empregados mais jovens. Na faixa entre 18 e 34 anos, 63% dos entrevistados disseram que seus empregadores não têm o direito de monitorar suas atividades online.

Mesmo assim, os empregados parecem saber claramente os riscos envolvidos no uso de redes sociais: 74% deles acreditam que as redes sociais podem facilitar a degradação da imagem da empresa onde trabalham.

“Com o explosivo crescimento das redes sociais como Facebook e Twitter, enfraquecendo os limites entre a vida pessoal e profissional, essas comunidades virtuais aumentam o risco de reputação para muitas organizações e suas marcas” disse Sharon Allen, presidente do conselho da Deloitte.

Segundo Allen, a simples decisão de postar um vídeo, foto, pensamento, experiências e observações pessoais podem criar consequências éticas enormes para o usuário, como indivíduo e como empregado.

Aproximadamente 17% dos executivos pesquisados mantêm programas para monitorar os riscos de reputação de suas empresas relacionados ao uso de redes sociais. Menos de um quarto deles possuem políticas formais para  fazer o intermédio entre seus funcionários e quase a metade (49%) dos empregados afirmam que um “guia de boas práticas” não mudaria seu comportamento online.

“Um terço dos empregados nunca pensaram, antes de postar algum material na web, o que seus chefes ou clientes iriam achar”, acrescentou Allen.

A pesquisa de opinião da Deloitte abordou 2.008 empregados acima de 18 anos dos Estados Unidos e 500 executivos, incluindo donos de empresas, diretores, presidentes e conselheiros.

Twitter vai virar série de televisão

Programa baseado no microblog não terá roteiro e vai misturar anônimos e celebridades

 

twitterPor Época NEGÓCIOS Online

O Twitter servirá de base para uma série de televisão, publicou site da revista Variety nesta segunda-feira (25/5). De acordo com a notícia, o microblog sensação chegou a um acordo com as produtoras Reveille e Brillstein Entertainment – importantes e conceituados nomes, cujos trabalhos incluem os seriados The Office e Ugly Betty e clientes como Brad Pitt e Adam Sandler.

O conceito da nova série de TV, que está sendo desenvolvida pela roteirista e escritora Amy Ephron, pretende “colocar pessoas comuns frente à várias celebridades, num formato altamente competitivo e revolucionário”. Segundo o site da Variety, não haverá um roteiro pré-estabelecido e o programa será fiel ao modelo ágil do Twitter.

De acordo com Jon Liebman, um dos produtores da série, foi encontrada uma “forma convincente de unir o imediatismo do Twitter ao da televisão”. O novo programa televisivo já tem uma distribuidora internacional para sua comercialização.

Facebook estreia sistema OpenID e conecta contas do Gmail à rede social

Por IDG News Service/EUA

Miami – Ao acessar o Gmail ou outros serviços online com suporte à iniciativa OpenID, usuário será logado ao Facebook automaticamente.

A rede social Facebook adotou o sistema OpenID de identificação de usuários, simplificando a forma com que as pessoas se registram e fazem o login no site.

Isso significa que os usuários poderão acessar o Facebook usando seus dados de login do Gmail, webmail gratuito do Google, por exemplo. “É um jeito mais rápido de se registrar no site, encontrar os amigos e começar a explorar”, disse a equipe do Facebook em seu blog oficial na segunda-feira (19/05).

As pessoas poderão conectar suas contas do Facebook às contas do Gmail ou de outros serviços com suporte ao login automático OpenID. Agora, a pessoa será logada no Facebook automaticamente quando ela entrar em suas contas de serviços compatíveis com a plataforma de interoperabilidade de dados.

A ação é a mais recente tentativa do Facebook para tornar a rede social mais compatível com sites e serviços de terceiros, além de ajudar as pessoas a gerenciar e lembrar suas senhas e nomes de usuário em todos os serviços online no qual são cadastrados.

Os projetos de portabilidade de dados do Facebook e do Google haviam sido apresentados em dezembro de 2008.

*Juan Carlos Perez, editor do IDG News Service, dos EUA

 

Mude agora, antes que seja tarde

 
“A clareza da sua política de comunicação faz toda a diferença na hora de falar com o consumidor”
José Vanderlei *
Por não entender os principais efeitos do uso correto da comunicação e do marketing, e mais: por achar que comunicação é despesa e não investimento, a maioria das pequenas empresas comete erros que fatalmente resultarão no seu fechamento.

Um das falhas mais comuns nas pequenas empresas é o tratamento dado a sua marca, quando existe uma. Sem contar com o formato e organização do seu PDV (ponto de venda), a maneira de atender ao seu cliente, etc. Tudo no improviso, embora acompanhado de autoconfiança hereditária, tipo: “deixa que eu dou um jeito, meu avô já fazia isso!… Agora é com o papai”.

Bom, quem continua pensando assim certamente não está acompanhando as mudanças, ainda acha que padaria é só para vender pão, e que as dificuldades são “coisa de Deus”. Salvo a crença de cada um, provavelmente isso venha ocorrendo em virtude da forma como ele tem tratado o seu negócio. Principalmente se analisarmos o crescimento da população mundial nesses vinte anos, juntamente com as necessidades da humanidade. Por isso, as grandes empresas se esforçam para chamar atenção das pessoas, por meio de pequenos detalhes, que são fundamentais na hora em que o consumidor faz suas escolhas: “comprar o quê?” e “aonde é melhor?”.

Por isso, ao empregar métodos simplórios, sem pé nem cabeça, onde o que diz ou escreve tem significados diferentes ou engraçados, além de cometer erros gramaticais grosseiros, sem contar com uma programação visual pouco atrativa, vai fatalmente resultar em perda constante de venda e morte prematura do sonho de ser empreendedor.

Se esse for o seu caso, ficará mais fácil se você conseguir aplicar essas dicas, antes que seja tarde demais:

a) Identifique, no seu orçamento, qual é a sua capacidade real de investimento na área de comunicação ou se junte a outros empreendedores ou fornecedores, pois, provavelmente, o seu problema é também o dele. Atenção: Ninguém vive sozinho. Procure bons parceiros.

b) Pesquise no mercado, procure orientação para poder contratar um profissional de comunicação. Lembre-se: comunicação não é só mídia.

c) O mercado é dinâmico, a sociedade evolui, novas formas de fazer negócios surgem. É por isso que se faz necessário que o programa de comunicação “esteja sempre vivo (ligado)” para você acompanhar as mudanças de humor do consumidor e estude os movimentos estratégicos dos seus concorrentes. E o mais importante: a perenidade das ações será a responsável pelo seu sucesso.

d) Antecipe-se aos acontecimentos, isso ajuda a maximizar custos e a obter melhores resultados. Lembre-se que o profissional de comunicação não é um piloto kamikaze, que só é convocado em tempos difíceis, e que está ali para ir para o sacrifício. Caso seja usado nesses casos, o seu esforço de comunicação terá 100% de chance de prejuízo total.

e) Lembre-se: em um mercado competitivo, a clareza da sua política de comunicação faz toda a diferença na hora de falar com o consumidor, especialmente o seu cliente fiel;

f) Última dica de hoje: o cliente é como bebê, não vem acompanhado de manual de uso. Portanto, baseado nos seus produtos e serviços, identifique o seu público-alvo e verifique quais são as suas necessidades e aspirações para poder surpreendê-lo. Boa sorte!

As pequenas empresas são responsáveis por 70% dos novos empregos criados e por cerca de 30% da produção de bens e serviços, segundo dados colhidos pelo escritor Francisco Gracioso, autoridade na área de Comunicação e Marketing do País.

Esse é um segmento que, por sua importância no desenvolvimento econômico-social brasileiro, precisaria ser tratado com imenso respeito pelos governos. Com um pouco de atenção e acesso ao crédito, gestão e esforço de comunicação, provavelmente os números apresentados acima seriam outros, bem como nossa realidade socioeconômica, pois essa nação é constituída de pessoas de extrema criatividade, bem-humoradas, trabalhadoras, vencedoras e cheias de sonhos. Salve as pequenas empresas! Salve o empreendedor! E viva o povo brasileiro! Esse nunca desiste!

Bem, se você chegou até aqui, é por que teve pelos menos a curiosidade ou o desejo de nos conhecer. Isso me deixa muito feliz. Para aqueles que já nos conhecem, talvez agora consigamos estabelecer uma comunicação mais frequente.

 

Info Onlie

23 de março de 2009

blogicms

As mídias sociais estão se tornando ferramenta prioritárias para os profissionais de marketing e já estão gerando resultados para os negócios, segundo um estudo da WhitePaperSource.

O estudo ouviu cerca de 700 profissionais da área, dos quais 88% afirmam usar redes sociais como Facebook e Twitter como mídia para promover seus produtos.

A tendência é recente: o estudo indica que dois terços deles só começaram a usar as redes sociais há poucos meses.

A pesquisa revela ainda que 65% dos profissionais de marketing usam mídias sociais por 5 horas ou mais por semana e 39% gastam dez ou mais horas na atividade. Twitter, blogs, LinkedIn e Facebook são os serviços mais usados, nesta ordem.

Os resultados obtidos por estes profissionais são animadores: 81% acreditam ter obtido exposição do seu negócio com as iniciativas em mídias sociais. Um dos benefícios constatados foi uma melhoria na posição da empresa em rankings de buscas.

Além disso, metade dos profissionais de marketing disseram ter encontrados leads (oportunidades de negócio) qualificados nas redes sociais, e um terço fecharam negócios com a ajuda dessas ferramentas.




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